A Bíblia é considerada um recurso histórico confiável?

A Bíblia é considerada um recurso histórico confiável?

Sei que provavelmente existe um grande espectro de opiniões sobre este assunto. No entanto, qual é o consenso geral entre os acadêmicos sobre a confiabilidade histórica da Bíblia? É um documento histórico sólido ou simplesmente um livro de lendas? Considerando o número de livros que compõem a Bíblia, alguns são considerados mais historicamente precisos do que outros?


O "sentimento" geral é que não se trata de um fato histórico nem de uma lenda. É um livro de histórias, muitas das quais apresentam eventos reais que estão por trás delas, e muitas não. No entanto, há uma discussão sobre o que exatamente é verdade.

As histórias bem conhecidas como o dilúvio e o êxodo geralmente têm pouca ou nenhuma evidência por trás delas, e muitas vezes muitas evidências contra elas. Em geral, há muito pouca evidência arqueológica, se houver, para as histórias da Bíblia. A tentativa de provar que havia um reino unido sob o rei Davi etc. não foi conclusiva, por exemplo.

No entanto, existem documentos históricos que corroboram algumas coisas na Bíblia, principalmente guerras e cercos por reis da Babilônia e da Pérsia. Muitos dos reis mencionados na Bíblia deixaram seus próprios textos escritos e, em alguns casos, estes concordam com a Bíblia sobre os eventos.

Veja também: http://en.wikipedia.org/wiki/The_Bible_and_history


Historicidade da bíblia

o historicidade da bíblia é a questão da relação da Bíblia com a história - cobrindo não apenas a aceitabilidade da Bíblia como história, mas também a capacidade de compreender as formas literárias da narrativa bíblica. [1] Pode-se estender a historicidade bíblica para a avaliação de se o Novo Testamento cristão é ou não um registro preciso do Jesus histórico e da Era Apostólica. Isso tende a variar dependendo da opinião do estudioso.

Ao estudar os livros da Bíblia, os estudiosos examinam o contexto histórico das passagens, a importância atribuída aos eventos pelos autores e o contraste entre as descrições desses eventos e outras evidências históricas.

De acordo com o teólogo Thomas L. Thompson, representante da Escola de Copenhague, o registro arqueológico fornece evidências esparsas e indiretas para as narrativas do Antigo Testamento como história. [a] [3] [b] [5] [6] Outros, como o arqueólogo William G. Dever, acham que a arqueologia bíblica confirmou e desafiou as histórias do Antigo Testamento. [7] Embora Dever tenha criticado a escola de Copenhagen por seu radicalismo, ele está longe de ser um literalista bíblico e pensa que o propósito da arqueologia bíblica não é simplesmente apoiar ou desacreditar a narrativa bíblica, mas ser um campo de estudo em seu próprio direito. [8] [9]


A Bíblia é historicamente precisa?

A Bíblia contém dois tipos de informações. Algumas coisas podem ser verificadas, outras não. Por exemplo, não é possível & # 8220 verificar & # 8221 cientificamente a exatidão de Gênesis 1: 1 & # 8212 & # 8220No princípio, Deus criou os céus e a terra. & # 8221 Embora a afirmação não seja de forma alguma inconsistente com dados científicos disponíveis, ao mesmo tempo a afirmação é uma história pré-humana e, portanto, não se presta à investigação empírica.

Por outro lado, as Escrituras contêm centenas de referências que surgem do pano de fundo da história humana. A precisão deles pode ser testada. Se é o caso de que a Bíblia é demonstrada ser precisa em milhares de detalhes históricos, não é irracional concluir que suas informações em outros assuntos são igualmente corretas.

Na verdade, uma das características mais surpreendentes da Bíblia é sua incrível confiabilidade nos menores detalhes. Observemos alguns exemplos de precisão bíblica.

(1) Durante Seu ministério pessoal, Jesus uma vez passou pela região de Samaria. Perto de Sychar, o Senhor parou para um breve descanso no poço de Jacob. Ele travou uma conversa com uma mulher samaritana, durante a qual sugeriu que poderia fornecer à mulher água que poderia matar sua sede para sempre. Não entendendo a natureza da instrução do Mestre & # 8217s, a mulher, aludindo ao poço de Jacó & # 8217s, declarou: & # 8220Senhor, você não tem nada com que sacar, e o poço é fundo & # 8221 (Jo 4:11). A afirmação é bastante correta, pois mesmo agora, cerca de vinte séculos depois, o poço do Jacob & # 8217s tem aproximadamente 24 metros de profundidade & # 8212 o equivalente a um prédio de oito andares!

(2) Reflita sobre outro exemplo. Em Atos 10, há o relato da visita de Pedro à cidade de Jope. Lucas declarou que Pedro estava hospedado na casa de Simão, um curtidor de peles de animais. Então o historiador disse, quase como uma reflexão tardia, & # 8220 cuja casa fica à beira-mar & # 8221 (Atos 10: 6). Hugh J. Schonfield, autor do livro infame, A conspiração da Páscoa (e certamente nenhum amigo do Cristianismo), comentou sobre esta passagem da seguinte forma:

& # 8220Este é um detalhe factual interessante, porque os curtidores usavam água do mar no processo de conversão de peles em couro. As peles foram embebidas no mar e, em seguida, tratadas com cal antes que o cabelo fosse raspado de & # 8221 (A Bíblia estava certa, Nova York: The New American Library, 1959, p. 98).

(3) Considere outro caso interessante de precisão da Bíblia. Quando Paulo estava a caminho de Roma para julgamento, o navio em que ele navegava sofreu uma terrível tempestade. Quando finalmente ficou claro que o navio estava em uma situação muito perigosa, a tripulação lançou as âncoras do navio na água. Ao mesmo tempo, eles & # 8220 afrouxaram as cordas do leme, içaram a vela de proa e direcionaram o navio para a praia & # 8221 (Atos 27:40 KJV).

Há um ponto interessante e sutil no texto grego que não é aparente na versão King James. A língua original realmente diz que eles perderam as bandas do lemes& # 8221 (plural & # 8211 consulte ASV). Isso é incrivelmente preciso, pois nos tempos antigos, os navios possuíam dois remos-remos, e não um único leme, como acontece com os navios modernos. Em 1969, um antigo navio submerso foi descoberto no Mar Mediterrâneo, na costa de Chipre. Um exame das ruínas deu evidência de remos de leme duplos pelos quais o barco era dirigido (ver Geografia nacional, Novembro de 1974), demonstrando assim a notável precisão do registro de Luke & # 8217s.

A Bíblia pode ser testada & # 8212 historicamente, geograficamente, cientificamente, etc. E sempre passa no teste. Sua incrível precisão só pode ser explicada à luz de sua inspiração divina.

Para mais exemplos, veja nosso livro, Fortaleça sua fé em uma era de dúvida.


A confiabilidade histórica dos Evangelhos

Os céticos têm criticado os Evangelhos, os primeiros quatro livros do Novo Testamento, como sendo de natureza lendária em vez de histórica. Eles apontam para alegadas contradições entre Mateus, Marcos, Lucas e João. Eles também sustentam que os Evangelhos foram escritos séculos depois da vida das testemunhas oculares. A data tardia dos escritos permitiu que lendas e exageros proliferassem, dizem eles.

Os Evangelhos são históricos ou mitológicos?

O primeiro desafio a ser enfrentado é como explicar as diferenças entre os quatro Evangelhos. Cada um deles é diferente na natureza, no conteúdo e nos fatos que inclui ou exclui. A razão para as variações é que cada autor escreveu para um público diferente e de sua própria perspectiva única. Mateus escreveu a uma audiência judaica para provar a eles que Jesus é de fato o Messias. É por isso que Mateus inclui muitos dos ensinamentos de Cristo e faz inúmeras referências às profecias do Antigo Testamento. Marcos escreveu para um público grego ou gentio para provar que Jesus é o Filho de Deus. Portanto, ele defende sua posição focalizando os eventos da vida de Cristo. Seu evangelho se move muito rapidamente de um evento para outro, demonstrando o senhorio de Cristo sobre toda a criação. Lucas escreveu para dar um relato histórico preciso da vida de Jesus. João escreveu depois de refletir sobre seu encontro com Cristo por muitos anos. Com essa visão, perto do fim de sua vida, João sentou-se e escreveu o mais teológico de todos os Evangelhos.

Devemos esperar algumas diferenças entre quatro contas independentes. Se fossem idênticos, suspeitaríamos que os escritores colaboraram entre si. Por causa de suas diferenças, os quatro Evangelhos realmente nos dão uma imagem mais completa e rica de Jesus.

Deixe-me lhe dar um exemplo. Imagine se quatro pessoas escrevessem uma biografia sobre sua vida: seu filho, seu pai, um colega de trabalho e um bom amigo. Cada um deles enfocaria diferentes aspectos de sua vida e escreveria de uma perspectiva única. Um estaria escrevendo sobre você como pai, outro como uma criança em crescimento, um como profissional e outro como colega. Cada um pode incluir histórias diferentes ou ver o mesmo evento de um ângulo diferente, mas suas diferenças não significam que estão errados. Quando colocamos todas as quatro contas juntas, teríamos uma imagem mais rica de sua vida e caráter. Isso é o que está acontecendo nos Evangelhos.

Portanto, reconhecemos que diferenças não significam necessariamente erros. Céticos têm feito alegações de erros por séculos, mas a grande maioria das acusações foi respondida. O estudioso do Novo Testamento, Dr. Craig Blomberg, escreve: "Apesar de dois séculos de ataque cético, é justo dizer que todas as alegadas inconsistências entre os Evangelhos receberam pelo menos resoluções plausíveis." 1 Outro estudioso, Murray Harris, enfatiza: "Mesmo assim, a presença de discrepâncias nos detalhes circunstanciais não é prova de que o fato central não seja histórico." 2 Os quatro Evangelhos nos dão um relato complementar, não contraditório.

A Data dos Escritos do Novo Testamento: Evidência Interna

Os críticos afirmam que os Evangelhos foram escritos séculos depois da vida das testemunhas oculares. Isso permitiria que os mitos sobre a vida de Jesus proliferassem. Os Evangelhos foram escritos por testemunhas oculares, como afirmam, ou foram escritos séculos depois? Os fatos históricos parecem apresentar um forte argumento para uma data do primeiro século.

O ministério de Jesus foi de 27 a 30 DC. Famoso estudioso do Novo Testamento, F.F. Bruce dá fortes evidências de que o Novo Testamento foi concluído por volta de 100 d.C. 3 A maioria dos escritos das obras do Novo Testamento foi concluída vinte a quarenta anos antes disso. Os Evangelhos são datados tradicionalmente da seguinte forma: Acredita-se que Marcos seja o primeiro evangelho escrito por volta de 60 DC. Mateus e Lucas seguem e são escritos entre 60-70 DC. João é o evangelho final, escrito entre 90-100 DC.

A evidência interna apóia essas datas iniciais por várias razões. Os três primeiros Evangelhos profetizaram a queda do Templo de Jerusalém que ocorreu em 70 DC. No entanto, o cumprimento não é mencionado. É estranho que esses três Evangelhos prevejam esse grande evento, mas não registrem sua ocorrência. Por que eles não mencionam um marco profético tão importante? A explicação mais plausível é que ainda não havia ocorrido na época em que Mateus, Marcos e Lucas foram escritos.

No livro de Atos, o Templo desempenha um papel central na nação de Israel. Lucas escreve como se o Templo fosse uma parte importante da vida judaica. Ele também termina Atos com uma nota estranha: Paulo vivendo em prisão domiciliar. É estranho que Lucas não registre a morte de seus dois personagens principais, Pedro e Paulo. A razão mais plausível para isso é que Lucas terminou de escrever Atos antes do martírio de Pedro e Paulo em 64 DC. Um ponto significativo a destacar é que o Evangelho de Lucas precede Atos, apoiando ainda mais a datação tradicional de 60 DC. Além disso, a maioria dos estudiosos concorda em Marcos precede Lucas, tornando o Evangelho de Marcos ainda mais antigo.

Finalmente, a maioria dos estudiosos do Novo Testamento acredita que as epístolas de Paulo foram escritas de 48-60 DC. O esboço de Paulo da vida de Jesus coincide com o dos Evangelhos. 1 Coríntios é um dos livros menos disputados em relação a sua datação e autoria paulina. No capítulo 15, Paulo resume o evangelho e reforça a premissa de que este é o mesmo evangelho pregado pelos apóstolos. Ainda mais convincente é que Paulo cita o Evangelho de Lucas em 1 Timóteo 5:18, mostrando-nos que o Evangelho de Lucas foi realmente concluído durante a vida de Paulo. Isso adiantaria o tempo da conclusão do Evangelho de Lucas junto com Marcos e Mateus.

A evidência interna apresenta um caso forte para a datação inicial dos Evangelhos.

A Data dos Evangelhos: Evidência Externa

Os Evangelhos foram escritos por testemunhas oculares dos eventos ou só foram registrados séculos depois? Tal como acontece com a evidência interna, a evidência externa também apóia uma data do primeiro século.

Felizmente, os estudiosos do Novo Testamento têm uma enorme quantidade de evidências de manuscritos antigos. A evidência documental do Novo Testamento ultrapassa de longe qualquer outra obra de seu tempo. Temos mais de 5.000 manuscritos, muitos deles datados de poucos anos de vida de seus autores.

Aqui estão alguns documentos importantes. Um manuscrito importante é o Papiro Chester Beatty. Ele contém a maior parte do N.T. escritos e é datado por volta de 250 DC.

O Bodmer Papyri contém a maior parte de João, e data de 200 DC. Outro é o Papiro Rylands que foi encontrado no Egito que contém um fragmento de João, e data de 130 DC. Deste fragmento podemos concluir que João foi concluído bem antes de DC 130 porque, não apenas o evangelho teve que ser escrito, ele teve que ser copiado à mão e descer da Grécia ao Egito. Visto que a grande maioria dos estudiosos concorda que João é o último evangelho escrito, podemos afirmar a data do primeiro século junto com os outros três com maior segurança.

Uma prova final vem da Caverna 7 dos Manuscritos do Mar Morto. Jose Callahan descobriu um fragmento do Evangelho de Marcos e datou-o como tendo sido escrito em 50 DC. Ele também descobriu fragmentos de Atos e outras epístolas e datou-os como tendo sido escrito um pouco depois de 50 DC. 4

Outra linha de evidência são os escritos dos pais da igreja. Clemente de Roma enviou uma carta à igreja de Corinto em 95 d.C. na qual ele citou os Evangelhos e outras partes do N.T. Inácio, bispo de Antioquia, escreveu uma carta antes de seu martírio em Roma em 115 DC, citando todos os Evangelhos e outros N.T. cartas. Policarpo escreveu aos filipenses em 120 DC e citou os Evangelhos e N.T. cartas. Justin Martyr (150 DC) cita João 3. Os pais da Igreja do início do segundo século estavam familiarizados com os escritos do apóstolo e os citavam como Escritura inspirada.

O namoro precoce é importante por duas razões. Quanto mais próximo um registro histórico estiver da data do evento, mais provável é que o registro seja preciso. A datação precoce permite que as testemunhas oculares ainda estivessem vivas quando os Evangelhos estavam circulando para atestar sua exatidão. Os apóstolos freqüentemente apelam para o testemunho da multidão hostil, apontando também para o conhecimento deles dos fatos (Atos 2:22, 26:26). Além disso, o tempo é muito curto para que as lendas se desenvolvam. Os historiadores concordam que leva cerca de duas gerações, ou oitenta anos, para que os relatos lendários se estabeleçam.

A partir das evidências, podemos concluir que os Evangelhos foram de fato escritos pelos autores aos quais são atribuídos.

Quão confiável era a tradição oral?

Anteriormente, defendi a datação inicial dos Evangelhos. Apesar dessa datação precoce, há um intervalo de tempo de vários anos entre a ascensão de Jesus e a escrita dos Evangelhos. Houve um período durante o qual os relatos do evangelho foram memorizados pelos discípulos e transmitidos oralmente. A pergunta que devemos responder é: a tradição oral foi memorizada e transmitida com precisão? Os céticos afirmam que a memória e a tradição oral não podem preservar com precisão os relatos de uma pessoa para outra por muitos anos.

A evidência mostra que em culturas orais onde a memória foi treinada por gerações, a memória oral pode preservar e transmitir com precisão grandes quantidades de informações. Deuteronômio 6: 4-9 nos revela como a importante instrução oral e a memória do ensino divino eram enfatizadas na cultura judaica. É um fato bem conhecido que os rabinos tiveram o O.T. e muito da lei oral entregue à memória. Os judeus valorizavam muito a memorização de qualquer escrito que refletisse as Escrituras inspiradas e a sabedoria de Deus. Estudei com um professor de grego que tinha memorizado os Evangelhos com a palavra perfeita. Em uma cultura em que isso era praticado, as habilidades de memorização eram muito avançadas em comparação com as nossas hoje. O estudioso do Novo Testamento Darrell Bock afirma que a cultura judaica era "uma cultura da memória". 5

Rainer Reisner apresenta seis razões principais pelas quais a tradição oral preservou com precisão os ensinamentos de Jesus. 6 Primeiro, Jesus usou a prática dos profetas do Antigo Testamento de proclamar a palavra de Deus, que exigia a preservação precisa do ensino inspirado. Em segundo lugar, as apresentações de Jesus como o Messias reforçariam entre Seus seguidores a necessidade de preservar Suas palavras com precisão. Terceiro, noventa por cento dos ensinamentos e ditos de Jesus usam métodos mnemônicos semelhantes aos usados ​​na poesia hebraica. Quarto, Jesus treinou Seus discípulos para ensinar Suas lições, mesmo enquanto estava na terra. Quinto, os meninos judeus foram educados até os doze anos, então os discípulos provavelmente sabiam ler e escrever. Finalmente, assim como os professores judeus e gregos reuniram os discípulos, Jesus reuniu e treinou os Seus para continuar após a Sua morte.

Quando alguém estuda os ensinamentos de Jesus, percebe que Seus ensinamentos e ilustrações são fáceis de memorizar. Pessoas em todo o mundo reconhecem imediatamente a história do Bom Samaritano, do Filho Pródigo e da Oração do Senhor.

Também sabemos que a igreja preservou os ensinamentos de Cristo na forma de hinos que também eram fáceis de memorizar. O resumo do evangelho de Paulo em 1 Coríntios 15 é um bom exemplo disso.

Podemos ter confiança, então, de que a tradição oral preservou com precisão os ensinamentos e os eventos da vida de Jesus até que foram escritos poucos anos depois.

A transmissão dos textos do Evangelho

Quando estou falando com muçulmanos ou mórmons, frequentemente chegamos a um ponto da discussão em que fica claro que a Bíblia contradiz sua posição. É então que eles afirmam, como muitos céticos, que a Bíblia não foi transmitida com precisão e foi corrompida pela igreja. Em relação aos Evangelhos, temos uma cópia exata dos textos originais ou eles foram corrompidos?

Anteriormente, mostramos que os Evangelhos foram escritos no primeiro século, durante a vida das testemunhas oculares. Essas testemunhas oculares, amigáveis ​​e hostis, examinaram os relatos quanto à exatidão.

Portanto, os escritos originais eram precisos. No entanto, não temos os manuscritos originais. O que temos são cópias de cópias de cópias. Eles são precisos ou foram adulterados? Conforme mostrado anteriormente, temos 5.000 manuscritos gregos do Novo Testamento. Quando você inclui as citações dos pais da igreja, manuscritos de outras traduções antigas, como a Vulgata latina, o texto etíope e outros, o total chega a mais de 24.000 textos antigos. Com tantos textos antigos, alterações significativas devem ser fáceis de detectar. No entanto, aqueles que acusam o Novo Testamento de estar corrompido não produziram tais evidências. Isso é significativo porque deve ser fácil de fazer com tantos manuscritos disponíveis. A verdade é que o grande número de manuscritos confirma a preservação e transmissão precisas dos escritos do Novo Testamento.

Embora possamos confiar em uma cópia precisa, temos discrepâncias textuais. Existem algumas passagens com leituras variantes das quais não temos certeza. No entanto, as diferenças são mínimas e não afetam nenhuma doutrina teológica importante. A maioria tem a ver com a estrutura da frase, vocabulário e gramática. Isso de forma alguma afeta qualquer doutrina importante.

Aqui está um exemplo. Em nossas Bíblias, Marcos 16: 9-20 é debatido se fazia parte dos escritos originais. Embora eu pessoalmente não acredite que essa passagem faça parte do texto original, sua inclusão não afeta nenhum ensino importante do Cristianismo. Afirma que Cristo ressuscitou, apareceu aos discípulos e os comissionou a pregar o evangelho. Isso é ensinado em outro lugar.

As outras discrepâncias são de natureza semelhante. Os eruditos gregos concordam que temos uma cópia muito precisa do original. Westcott e Hort afirmam que temos uma cópia 98,33% precisa do original. 7 A.T. Robertson deu um valor de 99% de precisão ao original. 8 Como o historiador Sir Fredric Kenyon nos assegura, ". O último fundamento para qualquer dúvida de que as Escrituras chegaram até nós substancialmente como foram escritas agora foi removido. Tanto a autenticidade quanto a integridade geral dos livros do Novo Testamento podem ser considerado como definitivamente estabelecido. " 9

Os milagres desacreditam os evangelhos?

Os céticos questionam a precisão dos Evangelhos por causa dos milagres. No entanto, esta é uma questão de cosmovisões. Aqueles que sustentam uma visão de mundo naturalista não acreditam que um criador onipotente exista. Tudo o que existe é energia e matéria. Portanto, milagres são impossíveis. Sua conclusão, então, é que os relatos de milagres nos Evangelhos são exageros ou mitos.

Aqueles que defendem uma cosmovisão teísta podem aceitar milagres à luz de nosso entendimento de Deus e Cristo. Deus pode intervir no tempo e no espaço e alterar as regularidades naturais da natureza da mesma forma que os humanos finitos podem, de maneiras menores e limitadas. Se Jesus é o Filho de Deus, podemos esperar que Ele faça milagres para afirmar que Ele é divino. Mas as cosmovisões não são onde isso termina. Também precisamos dar uma boa olhada nos fatos históricos.

Conforme mostrado anteriormente, os Evangelhos foram escritos por testemunhas oculares dos eventos da vida de Cristo. A datação anterior mostra que as testemunhas oculares estavam vivas quando os Evangelhos estavam circulando e podiam atestar sua exatidão. Os apóstolos freqüentemente apelam ao testemunho da multidão hostil, apontando seu conhecimento dos fatos também (Atos 2:22, Atos 26:26). Portanto, se houvesse exageros ou histórias sendo contadas sobre Cristo que não fossem verdade, as testemunhas poderiam facilmente ter desacreditado os relatos dos apóstolos. Lembre-se, eles começaram a pregar em Israel nas próprias cidades e durante a vida das testemunhas oculares. Os judeus tiveram o cuidado de registrar relatos históricos precisos. Muitos inimigos da igreja primitiva estavam procurando maneiras de desacreditar o ensino dos apóstolos. Se o que os apóstolos estavam dizendo não fosse verdade, os inimigos clamariam e os Evangelhos não teriam ganhado muita credibilidade.


Os Evangelhos

As tradições orais dentro da igreja formaram a substância dos Evangelhos, o livro mais antigo dos quais é Marcos, escrito por volta de 70 d.C., 40 anos após a morte de Jesus.

É teorizado que pode ter havido um documento original de ditos de Jesus conhecido como a fonte Q, que foi adaptado para as narrativas dos Evangelhos. Todos os quatro Evangelhos foram publicados anonimamente, mas os historiadores acreditam que os livros receberam o nome de Jesus e discípulos para fornecer links diretos a Jesus para emprestar-lhes maior autoridade.

Mateus e Lucas foram os próximos na cronologia. Ambos usaram Marcos como referência, mas Mateus é considerado como tendo outra fonte separada, conhecida como fonte M, pois contém algum material diferente de Marcos. Ambos os livros também enfatizam a prova da divindade de Jesus & # x2019 mais do que Marcos.

O Livro de João, escrito por volta de 100 d.C., foi o último dos quatro e tem uma reputação de hostilidade a Jesus e seus contemporâneos judeus.

Todos os quatro livros cobrem a vida de Jesus com muitas semelhanças, mas às vezes contradições em suas representações. Cada um é considerado como tendo sua própria agenda política e religiosa ligada à autoria.

Por exemplo, os livros de Mateus e Lucas apresentam diferentes relatos do nascimento de Jesus e de 2019, e todos se contradizem sobre a ressurreição.


Tácito conecta Jesus à sua execução por Pôncio Pilatos.

Outro relato de Jesus aparece em Anais da Roma Imperial, uma história do Império Romano do primeiro século escrita por volta de 116 d.C. pelo senador e historiador romano Tácito. Ao narrar o incêndio de Roma em 64 d.C., Tácito menciona que o imperador Nero culpou falsamente & # x201C as pessoas comumente chamadas de cristãos, que eram odiadas por sua enormidade. Christus, o fundador do nome, foi executado por Pôncio Pilatos, procurador da Judéia no reinado de Tibério. & # X201D

Como historiador romano, Tácito não teve nenhum preconceito cristão em sua discussão sobre a perseguição aos cristãos por Nero, diz Ehrman. & # x201CSobre tudo o que ele diz coincide & # x2014 de um ponto de vista completamente diferente, por um autor romano que desdenha os cristãos e sua superstição & # x2014 com o que o próprio Novo Testamento diz: Jesus foi executado pelo governador da Judéia, Pôncio Pilatos, por crimes contra o estado, e um movimento religioso de seus seguidores surgiu em seu rastro. & # x201D

& # x201CQuando Tácito escreveu a história, se ele considerou a informação não inteiramente confiável, ele normalmente escreveu alguma indicação disso para seus leitores, & # x201D Mykytiuk diz ao atestar o valor histórico da passagem. & # x201CNão há tal indicação de erro potencial na passagem que menciona Christus. & # x201D


15 provas históricas da Bíblia

A Bíblia é essencialmente uma história religiosa. Até mesmo aqueles que escreveram a Bíblia deixaram claro que não era uma história secular, embora os eventos seculares sejam mencionados. É um livro sobre Deus e sua relação com o homem. Isso não pode ser provado ou refutado logicamente. É um assunto espiritual.

No entanto, pessoas e eventos mencionados na Bíblia podem ser encontrados nos escritos históricos de outros países próximos. Além disso, os registros históricos das nações israelitas, exceto a Bíblia, provam que a história da Bíblia está correta.


Os primeiros registros dos israelitas foram escritos em papiro, em vez de tábuas de argila usadas por outras culturas naquela época. Muitos desses papiros foram destruídos. E ainda existem provas de eventos bíblicos.

1. O Departamento de Antropologia do Smithsonian disse isso sobre a Bíblia (referindo-se à história, não aos ensinamentos espirituais).

“Grande parte da Bíblia, em particular os livros históricos do Antigo Testamento, são documentos históricos tão precisos quanto qualquer um que tenhamos desde a antiguidade e são de fato mais precisos do que muitas das histórias egípcias, mesopotâmicas ou gregas. Esses registros bíblicos podem ser e são usados ​​como outros documentos antigos no trabalho arqueológico. Na maior parte, eventos históricos descritos aconteceram e os povos citados realmente existiram. Isso não quer dizer que os nomes de todos os povos e lugares mencionados podem ser identificados hoje, ou que cada evento relatado nos livros históricos aconteceu exatamente como declarado. ” (http://www.csnradio.com/tema/links/SmithsonianLetter.pdf.)

Aqui está parte de uma carta da National Geographic

Encaminhei suas perguntas ao arqueólogo de nossa equipe, Dr. George Stuart. Ele disse que os arqueólogos realmente consideram a Bíblia uma ferramenta de referência valiosa e a usam muitas vezes para relações geográficas, nomes antigos e cronologias relativas. Na lista anexa, você encontrará muitos artigos sobre descobertas verificando eventos discutidos na Bíblia.

National Geographic Society, Washington D.C.

Eventos históricos de Abraão a Salomão.

2. Em 1990, Frank Yurco, um egiptólogo do Field Museum of Natural History em Chicago, usou pistas hieroglíficas de um monólito conhecido como Merneptah Stele para identificar figuras em um relevo da parede de Luxor como antigos israelitas. A própria estela, datada de 1207 a.C. comemora uma vitória militar do Faraó Merneptah. “Israel está destruído”, diz. Isso nos permite saber que os israelitas eram um povo separado há mais de 3.000 anos. (para mais informações sobre o steleh)

3. Alguns historiadores insistem que os cananeus eram uma cultura em extinção quando os israelitas gradualmente se mudaram e conquistaram suas terras. Isso realmente apóia a Bíblia que tem Deus dizendo aos israelitas

"E enviarei vespas [desespero] diante de ti, que expulsarão os heveus, os cananeus e os heteus de diante de ti. Não os expulsarei de diante de ti em um ano, para que a terra não se torne uma desolação, e o besta do campo multiplica-te contra ti. Aos poucos os expulsarei de diante de ti, até que te cresças e possas herdar a terra. " Êxodo 23: 28-30 Autorizado King James

Detratores da Bíblia afirmam que há poucas provas do uso de escravos no Egito ou do Êxodo, da conquista dos cananeus pelos israelitas ou (antes de 1993) do reinado do rei Davi. Mas a ausência de prova não é prova de ausência. Leva apenas um achado para mudar essa imagem.

4. Por exemplo, até 1993 não havia prova da existência do Rei David ou mesmo de Israel como uma nação anterior a Salomão. Então, em 1993, os arqueólogos encontraram provas da existência do rei Davi fora da Bíblia. Em um antigo monte chamado Tel Dan, no norte de Israel, palavras gravadas em um pedaço de basalto foram traduzidas como "Casa de Davi" e "Rei de Israel". Isso provou que David era mais do que apenas uma lenda.

5. Em 2005, a arqueóloga israelense Eilat Mazar encontrou o palácio do Rei Davi contando com a Bíblia como uma de suas muitas ferramentas. Ela diz:

“O que é incrível sobre a Bíblia é que muitas vezes vemos que ela é muito precisa e às vezes incrivelmente precisa.” (de Using the Bible As Her Guide)

Quarta era: eventos históricos de Salomão ao fim do Antigo Testamento

6. RD Wilson que escreveu "Uma Investigação Científica do Antigo Testamento" apontou que os nomes de 29 reis de dez nações (Egito, Assíria, Babilônia e mais) são mencionados não apenas na Bíblia, mas também são encontrados em monumentos de seus tempo próprio. Cada nome é transliterado no Antigo Testamento exatamente como aparece no artefato arqueológico - sílaba por sílaba, consoante por consoante. A ordem cronológica dos reis está correta.

7. John M. Lundquist escreve

“Um exemplo significativo da contribuição que as inscrições antigas deram para a nossa compreensão do Antigo Testamento é a Pedra Moabita, também conhecida como Inscrição de Mesa.

Relato Bíblico

Mesa, rei dos moabitas, os primos distantes dos israelitas que viviam no lado leste do Mar Morto, é apresentado na Bíblia no terceiro capítulo de 2 Reis [2 Reis. 3] como vassalo do Rei de Israel, por volta de 849 a.C. Com a morte de Acabe, Mesa se rebelou contra esse relacionamento. Isso levou o filho de Acabe, Jeorão, a envolver a aliança de Josafá, o rei de Judá, e o rei de Edom em uma campanha militar contra Mesa. Com a ajuda do conselho profético de Eliseu, a aliança conseguiu uma vitória sobre os moabitas. Mesa recuou para trás das paredes de sua cidadela, Quir-Haresete, e foi lá, sobre uma dessas paredes, que ele sacrificou seu filho primogênito como uma oferta queimada a fim de invocar a ira de seu deus, Chemosh, contra a de Jeorão Exército. A Bíblia nos diz que os israelitas ficaram tão horrorizados com esse ato que voltaram para casa. (Veja 2 Reis 3:27.)

This ends the biblical account of Mesha, and if it weren't for the discovery of the Moabite Stone in 1868 by a German missionary, the story would have ended there.

Moabite Record Confirming Biblical Account

The Moabite Stone is an inscription in the Moabite language, a Semitic language closely related to biblical Hebrew. The inscription, of about thirty-five lines, was chiseled into a piece of black basalt measuring about three feet tall by one-and-one-half feet wide. That inscription, dated approximately 830 B.C., was set up by King Mesha in a temple at Dhiban to commemorate his "victory" over the Israelites. The Moabite Stone, in fact, gives King Mesha's side of the story. As such it provides a rare glimpse from a genuinely ancient but non-biblical source of an incident in biblical history.

The overriding theme of the inscription is very familiar: that the deity, in this case Chemosh, guided Mesha in his trials and finally gave him victory. The inscription states that Chemosh had allowed King Omri of Israel to oppress Moab for many years because of the Moabites' sins. (See Near Eastern Religious Texts Relating to the Old Testament, ed. Walter Beyerlin, Philadelphia: Westminster Press, 1978, pp. 237-40.) During this time, Omri and his followers had taken much land in Moab and fortified it. (The Bible itself does not mention these campaigns by northern kings-with the exception of the account already quoted from 2 Kgs. 3.) At that point, Chemosh turns his favor toward Mesha and instructs him to defeat the Israelites. Mesha follows instructions, defeats the Israelites, and then uses Israelite prisoners to make repairs on the temple of Chemosh at Dhiban.

From a historian's point of view, Mesha's account of his successful rebellion against Israelite domination can probably be given credibility. As we have already seen, the Israelite-Judahite-Edomite coalition against him in 849 B.C. was successfully rebuffed by the human sacrifice which Mesha offered to Chemosh on the wall of his citadel. (See 2 Kgs. 3.) What's more, if the date of 830 B.C. for the setting up of this monument is accurate, then Mesha's statement about the fate of the house of Omri would also be accurate, since we know that Omri's royal line was wiped out by Jehu in about 842 B.C. (See 2 Kgs. 9.) Thus, Mesha no doubt saw himself and his god, Chemosh, vindicated by events.

The fact that Israel's neighbors viewed their gods in the same light as Israel viewed the Lord, and the fact that certain biblical customs should also be found among some of these neighbors, should in no way disturb anyone. Perhaps the Moabites and others borrowed these customs from the Israelites, or, more probably, since the Moabites are descendants from Abraham's nephew Lot through the latter's daughter (see Gen. 19:37), there would be much in the way of religion and culture that they would share in common. One of the sobering facts that we learn from a study of the Bible during the period of the united and divided monarchies is that sometimes the worship of idols such as Chemosh appears to have been more popular among the Israelites than the worship of the Lord himself. (See 1 Kgs. 11:7 1 Kgs. 19:18 2 Kgs. 17 2 Kgs. 21 1 Ne. 1:19-20.) The Moabite Stone gives us a picture of such an idol as one of his native adherents would have viewed him.

Facts 8-11: Ancient Inscriptions confirming Assyrian Kings' Siege of Jerusalem and Nebuchadnezzar's Conquest

There are a number of other ancient inscriptions that have provided valuable insights into biblical history from a non-biblical perspective. Among these are the Gezar Calendar, the Samaria Ostraca, the Siloam Inscription, the Lachish Letters, and numerous Phoenician and Aramaic inscriptions. (These can be examined in translation, with reference to the originals, in Ancient Near Eastern Texts Relating to the Old Testament, ed. James B. Pritchard, 2nd ed., Princeton: Princeton University, 1955, pp. 320-24 3rd ed., 1969, pp. 653-62.) Among the most important of these are the royal inscriptions of the Assyrian and Babylonian kings. We have inscriptions of the Assyrian kings Sargon II and Sennacherib describing their sieges of Samaria in 721 and Jerusalem in 701, respectively, as well as inscriptions relating the Babylonian king Nebuchadnezzar's conquests of Jerusalem in the latter years of Judah's existence before the exile. (See Pritchard, 2nd ed., pp. 284-88 3rd ed., pp. 563-64.)

What value have such inscriptions added to our understanding of the Bible? In addition to providing new perspective, they "pinpoint events and . supply a wider view of the biblical past, discovering phenomena in ancient Israel not preserved in its literature." (See Gaalyahu Cornfeld, Archaeology of the Bible)"

From: Lundquist, John (August, 1983) The Value of New Textual Sources to the King James Bible.

The following information is taken from a site dedicated to discoveries made by archaeologists working in and around present day Jerusalem.

12. Ostraca (inscribed potsherds) Over 100 ostraca inscribed in biblical Hebrew (in paleo-Hebrew script) were found in the citadel of Arad. This is the largest and richest collection of inscriptions from the biblical period ever discovered in Israel. The letters are from all periods of the citadel's existence, but most date to the last decades of the kingdom of Judah. Dates and several names of places in the Negev are mentioned, including Be'er Sheva.

13. Among the personal names are those of the priestly families Pashur and Meremoth, both mentioned in the Bible. (Jeremiah 20:1 Ezra 8:33) Some of the letters were addressed to the commander of the citadel of Arad, Eliashiv ben Ashiyahu, and deal with the distribution of bread (flour), wine and oil to the soldiers serving in the fortresses of the Negev. Seals bearing the inscription "Eliashiv ben Ashiyahu" were also found.

Some of the commander's letters (probably "file" copies) were addressed to his superior and deal with the deteriorating security situation in the Negev. In one of them, he gives warning of an emergency and requests reinforcements to be sent to another citadel in the region to repulse an Edomite invasion. Also, in one of the letters, the "house of YHWH" is mentioned. For more information click here.

Fifth Era: Christ

What evidence do we have the he existed?

14. The Roman historian Tacitus writing between 115-117 A.D. had this to say:

"They got their name from Christ, who was executed by sentence of the procurator Pontius Pilate in the reign of Tiberius. That checked the pernicious superstition for a short time, but it broke out afresh-not only in Judea, where the plague first arose, but in Rome itself, where all the horrible and shameful things in the world collect and find a home." From his Annals, xv. 44.

Here is a pagan historian, hostile to Christianity, who had access to records about what happened to Jesus Christ.

15. Mention of Jesus can also be found in Jewish Rabbinical writings from what is known as the Tannaitic period, between 70-200 A.D. In Sanhedrin 43a it says:

"Jesus was hanged on Passover Eve. Forty days previously the herald had cried, 'He is being led out for stoning, because he has practiced sorcery and led Israel astray and enticed them into apostasy. Whoever has anything to say in his defence, let him come and declare it.' As nothing was brought forward in his defence, he was hanged on Passover Eve."

That there is any mention of Jesus at all is unususal. As far as the Roman world was concerned, Jesus was a nobody who live in an insignificant province, sentenced to death by a minor procurator.

To conclude, there is plenty of historical proof that the Bible is historically accurate, much more than can be contained in this article.


The Amazing Historical Accuracy of the Bible – Question 2

As we explore the subject of the historical accuracy of Scripture, we will discover it is of vital importance. The Christian faith is an historical faith–it records what God has done in history. This being the case, the historical accuracy of recorded events is of utmost importance. This is true for both the Old and New Testaments.

A number of observations need to be made:

1. The Old Testament Reveals God’s Mighty Works

The Lord often reminded the nation of Israel of His mighty power the deeds which He performed in their history. Thus, the historical accuracy of the Old Testament is of the utmost importance because the revelation of God to humanity was accomplished through His mighty words and deeds in history.

For example, we read in the Book of Exodus how God emphasized His bringing Israel out of Egypt:

The Lord is the One who brought Israel out of the slavery of Egypt. He did this through His miraculous power. The nation was continually urged to remember these mighty deeds of God.

In Second Kings, we again read of God reminding the people of how He delivered their nation from slavery. The Bible says:

The people were again reminded of this great event God performed in the past the miraculous exodus from Egypt.

The people were also expected to remember other Old Testament events. The prophet Micah records the Lord saying the following things to the people:

Again, God urges His people to remember His faithfulness in the past. These passages, along with many others, call attention to the fact that God intervened in history. This is the claim of the Old Testament the Living God has worked His plan in our world.

2. The New Testament: God Came to Our World at a Time in History

We find that the historical accuracy of certain events is also important in the New Testament. The Bible says that Jesus Christ, God the Son, came into our world. John wrote:

o New Living Translation reads as follows:

For a limited period of time, God became a human being in the Person of Jesus Christ. He did this for a number of reasons. One of the reasons was to show humanity what God is like. The Bible says:

The New Testament records the highlights of the life and ministry of Jesus. It assumes that Jesus said the things attributed to Him as well as doing the things the Scripture records. Jesus made God known when He came to earth some two thousand years ago.

Thus, we find the writers of Scripture appealing time and time again to God working in actual historical events to testify to both His existence and power. The entire biblical revelation centers on what God has done in history. However, the truths taught in the Scriptures are only meaningful if the events actually happened. Therefore, the historical accuracy is of utmost importance.

Important Observations on the Historical Accuracy of Scripture

There are a number of important points that need to be made about the Bible and the subject of historical accuracy.

1. Historical Accuracy Is Unique to Judaism and Christianity

It must be stressed that historical reliability is unique to Judaism and Christianity. No other religion has any sort of historical basis on which their belief system rests—none of them! Contrary to all other religions, the events recorded in the Bible happened in real time history. The truth of the Christian faith is based upon the actual occurrence of these events that are recorded.

Therefore, the Scripture is unique in the sense that it is a reliable revelation of God in history.

2. Many of the Doctrines of Scripture Are Based upon Historical Events

There is something else. Many of the key doctrines of the Bible are based upon certain historical events. These include the virgin conception and the resurrection of Jesus Christ. These events must have literally occurred for the doctrines to be true. If the events did not happen as the Bible says they did then the teachings that come from these events cannot be true.

3. It Is Important to Understand What the Historical Events Mean

While it is important that the events recorded in the Bible actually occurred as the Scripture says they did, the correct reporting of these events is not enough in and of itself. We need more than the mere accurate recording of an event that took place in history—we need its meaning explained. Not only do we need to know what took place, we also need to know what it means. Scripture records the events plus the authoritative interpretation of these events. Events do not always carry their own interpretation with them. Why, for example, was the crucifixion of Jesus of Nazareth different from the crucifixion of anyone else? Scripture gives us both the event and the meaning.

The Scripture contains historical facts plus theological meaning—the facts must be accurate and the meaning must be true. It is the facts that are revealed, as well as the meaning of these facts, which give us a coherent understanding of God’s plan.

The Bible Must Be Able to Withstand Historical Investigation

We again emphasize that if the Bible is the Word of God, then it must be able to withstand the most thorough historical investigation. The Bible claims to be the record of God acting in history. The Bible, therefore, must be an accurate historical record of the past.

Thus, historical accuracy of Scripture is of vital importance, for it is the appeal made by the Bible itself to argue for its truthfulness.

Summary – Question 2 Is It Important That the Bible Is Historically Accurate?

The idea of the Bible being historically accurate is important for the following reason: The Scripture itself makes the claim that God has intervened in history. Many of these events have been recorded for us in Scripture.

The people were urged to remember what God had done for them in the past. They were to call to mind actual historical events that took place to remember God’s power and faithfulness. Also the central truth of the Christian faiththat God became a human—happened in history.

The historical accuracy of these claims demonstrates the truth of the Christian faith and its superiority over other religions that have no such verifiable evidence. This makes the historical accuracy of Scripture something that is of vital importance.


Non-Biblical Christian Sources

9. Clement of Rome (95-97 AD)

Clement was martyred in 98 AD for his willingness to spread his belief in Jesus to as many people as possible. The date of his death makes Clement an early source since he would have written his work before his death. This would give him credence as a first-hand account of early Christianity. Although his epistle did not make in into the canonical collection it was still collected by the early church fathers.

We find that Clement was well educated on Old Testament matters and was likewise familiar with the Pauline epistles. In his writings he alludes to Romans, Galatians, Ephesians, and Philippians, and other New Testament literature (Epistle to the Hebrews, and possible material from Acts, James, and I Peter). Nevertheless, in his letter to Corinth Clement confirms the ministry of the disciples and some of the basic aspects of early Christianity, he writes:

“The Apostles received the Gospel for us from the Lord Jesus Christ. Jesus Christ was sent forth from God. So then Christ is from God, and the Apostles are from Christ. Both therefore came of the will of God in the appointed order. Having therefore received a charge, and being fully assured through the resurrection of our Lord Jesus Christ and confirmed in the word of God will full assurance of the Holy Ghost, they went forth with the glad tidings that the kingdom of God should come. So preaching everywhere in country and town, they appointed their first fruits, when they had proved them by the Spirit, to be bishops and deacons unto them that should believe.”

Clement was, according to Tertullian and Jerome, personally ordained by Jesus’ most intimate disciple Peter of Peter. This, and due to its earliness, is why Clement can be seen as authoritative source for Jesus.

10. Ignatius of Antioch (110 AD +)

Ignatius was a Bishop of Antioch reported, like Clement, to have been appointed to his position by Peter of whom he was a disciple, as well as also believed to be a disciple of Paul and John. Ignatius was arrested by the Romans and executed as a martyr in the arena around 100 AD. Ignatius, like Clement of Rome, writes extensively on the historical Jesus in Trallians, Smyrneans 1, e Magnesians xi.

In his letters he touches on the deity of Jesus (Letter to the Ephesians, ch. 7), the Eucharist (Ignatius to the Ephesians 20:2, Letter to the Smyrnaeans 6:2–7:1), the replacing of the Sabbath with the Lord’s Day (Ignatius to the Magnesians 8:1, 9:1-2, 10:3), and emulates the Apostle Paul by quoting 1 Corinthians 1:19 in a letter to the Ephesians (Letter to the Ephesians 18).

It is possible, judging by Theodoret (393 – c. 458 AD), that Ignatius was appointed to the Antioch by Peter, the disciple. Likewise We are also aware that John Chrysostom (349 – 407 AD), the Archbishop of Constantinople, emphasizes the honor bestowed upon Ignatius as he personally received his dedication from the Apostles. One should remain aware that Theodoret & Chrysostom come onto the scene far later, which means that one could question their reliability concerning the link between Peter and Ignatius.

Even though his testimony would ultimately lead to his death, Ignatius was adamant about the things he witnessed. He reinforces early Christian beliefs in the letters he wrote while in prison, and refused to recant his faith in the face of death. There are many other church fathers we could look at.


Conteúdo

Narrative Edit

Luke–Acts is a two-part historical account traditionally ascribed to Luke, who was believed to be a follower of Paul. O autor de Luke–Acts noted that there were many accounts in circulation at the time of his writing, saying that these were eye-witness testimonies. He stated that he had investigated "everything from the beginning" and was editing the material into one account from the birth of Jesus to his own time. Like other historians of his time, [4] [5] [6] [7] he defined his actions by stating that the reader can rely on the "certainty" of the facts given. However, most scholars understand Luke–Acts to be in the tradition of Greek historiography. [8] [9] [10]

Use of sources Edit

It has been claimed that the author of Acts used the writings of Josephus (specifically "Antiquities of the Jews") as a historical source. [11] [12] The majority of scholars reject both this claim and the claim that Josephus borrowed from Acts, [13] [14] [15] arguing instead that Luke and Josephus drew on common traditions and historical sources. [16] [17] [18] [19] [20] [21]

Several scholars have criticised the author's use of his source materials. For example, Richard Heard has written that, "in his narrative in the early part of Acts he seems to be stringing together, as best he may, a number of different stories and narratives, some of which appear, by the time they reached him, to have been seriously distorted in the telling." [22] [ página necessária ]

Textual traditions Edit

Like most New Testament books, there are differences between the earliest surviving manuscripts of Acts. In the case of Acts, however, the differences between the surviving manuscripts are more substantial than most. Arguably the two earliest versions of manuscripts are the Western text-type (as represented by the Codex Bezae) and the Alexandrian text-type (as represented by the Codex Vaticanus and the Codex Sinaiticus which was not seen in Europe until 1859). The version of Acts preserved in the Western manuscripts contains about 6.2-8.5% [23] more content than the Alexandrian version of Acts (depending on the definition of a variant). [3] : 5–6

Modern scholars consider that the shorter Alexandrian text is closer to the original, and the longer Western text is the result of later insertion of additional material into the text. [3] : 5–6

A third class of manuscripts, known as the Byzantine text-type, is often considered to have developed after the Western and Alexandrian types. While differing from both of the other types, the Byzantine type has more similarity to the Alexandrian than to the Western type. The extant manuscripts of this type date from the 5th century or later however, papyrus fragments show that this text-type may date as early as the Alexandrian or Western text-types. [24] : 45–48 The Byzantine text-type served as the basis for the 16th century Textus Receptus, produced by Erasmus, the first Greek-language printed edition of the New Testament. The Textus Receptus, in turn, served as the basis for the New Testament in the English-language King James Bible. Today, the Byzantine text-type is the subject of renewed interest as the possible original form of the text from which the Western and Alexandrian text-types were derived. [25] [ página necessária ]

The debate on the historicity of Acts became most vehement between 1895 and 1915. [26] Ferdinand Christian Baur viewed it as unreliable, and mostly an effort to reconcile gentile and Jewish forms of Christianity. [3] : 10 Adolf von Harnack in particular was known for being very critical of the accuracy of Acts, though his allegations of its inaccuracies have been described as "exaggerated hypercriticism" by some. [27] Leading scholar and archaeologist of the time period, William Mitchell Ramsay, considered Acts to be remarkably reliable as a historical document. [28] Attitudes towards the historicity of Acts have ranged widely across scholarship in different countries. [29]

According to Heidi J. Hornik and Mikeal C. Parsons, "Acts must be carefully sifted and mined for historical information." [3] : 10

Passages consistent with the historical background Edit

Acts contains some accurate details of 1st century society, specifically with regard to titles of officials, administrative divisions, town assemblies, and rules of the Jewish temple in Jerusalem, [30] including:

  • Inscriptions confirm that the city authorities in Thessalonica in the 1st century were called politarchs (Acts 17:6–8)
  • According to inscriptions, grammateus is the correct title for the chief magistrate in Ephesus (Acts 19:35) and Festus are correctly called procurators of Judea
  • The passing remark of the expulsion of the Jews from Rome by Claudius (Acts 18:2) is independently attested by Suetonius in Claudius 25 from Os Doze Césares, Cassius Dio (c. AD 150 – c. 235) and fifth-century Christian author Paulus Orosius. [31][32]
  • Acts correctly refers to Cornelius as centurion and to Claudius Lysias as a tribune (Acts 21:31 and Acts 23:26)
  • The title proconsul (anthypathos) is correctly used for the governors of the two senatorial provinces named in Acts (Acts 13:7–8 and Acts 18:12)
  • Inscriptions speak about the prohibition against the Gentiles in the inner areas of the Temple (as in Acts 21:27–36) see also Court of the Gentiles
  • The function of town assemblies in the operation of a city's business is described accurately in Acts 19:29–41
  • Roman soldiers were permanently stationed in the tower of Antonia with the responsibility of watching for and suppressing any disturbances at the festivals of the Jews to reach the affected area they would have to come down a flight of steps into temple precincts, as noted by Acts 21:31–37

Talbert concludes that the historical inaccuracies within Acts "are few and insignificant compared to the overwhelming congruence of Acts and its time [until AD 64] and place [Palestine and the wider Roman Empire]". [30] Talbert cautions nevertheless that "an exact description of the milieu does not prove the historicity of the event narrated". [33]

Whilst treating its description of the history of the early church skeptically, critical scholars such as Gerd Lüdemann, Alexander Wedderburn, Hans Conzelmann, and Martin Hengel still view Acts as containing valuable historically accurate accounts of the earliest Christians.

Lüdemann acknowledges the historicity of Christ's post-resurrection appearances, [34] the names of the early disciples, [35] women disciples, [36] and Judas Iscariot. [37] Wedderburn says the disciples indisputably believed Christ was truly raised. [38] Conzelmann dismisses an alleged contradiction between Acts 13:31 and Acts 1:3. [39] Hengel believes Acts was written early [40] by Luke as a partial eyewitness, [41] praising Luke's knowledge of Palestine, [42] and of Jewish customs in Acts 1:12. [43] With regard to Acts 1:15–26, Lüdemann is skeptical with regard to the appointment of Matthias, but not with regard to his historical existence. [44] Wedderburn rejects the theory that denies the historicity of the disciples, [45] [46] Conzelmann considers the upper room meeting a historical event Luke knew from tradition, [47] and Hengel considers ‘the Field of Blood’ to be an authentic historical name. [48]

Concerning Acts 2, Lüdemann considers the Pentecost gathering as very possible, [49] and the apostolic instruction to be historically credible. [50] Wedderburn acknowledges the possibility of a ‘mass ecstatic experience’, [51] and notes it is difficult to explain why early Christians later adopted this Jewish festival if there had not been an original Pentecost event as described in Acts. [52] He also holds the description of the early community in Acts 2 to be reliable. [53] [54]

Lüdemann views Acts 3:1–4:31 as historical. [55] Wedderburn notes what he sees as features of an idealized description, [56] but nevertheless cautions against dismissing the record as unhistorical. [57] Hengel likewise insists that Luke described genuine historical events, even if he has idealized them. [58] [59]

Wedderburn maintains the historicity of communal ownership among the early followers of Christ (Acts 4:32–37). [60] Conzelmann, though sceptical, believes Luke took his account of Acts 6:1–15 from a written record [61] more positively, Wedderburn defends the historicity of the account against scepticism. [62] Lüdemann considers the account to have a historical basis. [63]

Passages of disputed historical accuracy Edit

Acts 2:41 and 4:4 – Peter's addresses Edit

Acts 4:4 speaks of Peter addressing an audience, resulting in the number of Christian converts rising to 5,000 people. A Professor of the New Testament Robert M. Grant says "Luke evidently regarded himself as a historian, but many questions can be raised in regard to the reliability of his history […] His ‘statistics’ are impossible Peter could not have addressed three thousand hearers [e.g. in Acts 2:41] without a microphone, and since the population of Jerusalem was about 25–30,000, Christians cannot have numbered five thousand [e.g. Acts 4:4]." [64] However, as Professor I. Howard Marshall shows, the believers could have possibly come from other countries (see Acts 2: 9-10). In regards to being heard, recent history suggests that a crowd of thousands can be addressed, see for example Benjamin Franklin's account about George Whitefield. [65]

Acts 5:33–39: Theudas Edit

Acts 5:33–39 gives an account of speech by the 1st century Pharisee Gamaliel (d.

50ad), in which he refers to two first century movements. One of these was led by Theudas. [66] Afterwards another was led by Judas the Galilean. [67] Josephus placed Judas at the Census of Quirinius of the year 6 and Theudas under the procurator Fadus [68] in 44–46. Assuming Acts refers to the same Theudas as Josephus, two problems emerge. First, the order of Judas and Theudas is reversed in Acts 5. Second, Theudas's movement may come after the time when Gamaliel is speaking. It is possible that Theudas in Josephus is not the same one as in Acts, or that it is Josephus who has his dates confused. [69] The late 2nd-century writer Origen referred to a Theudas active before the birth of Jesus, [70] although it is possible that this simply draws on the account in Atos.

Acts 10:1: Roman troops in Caesarea Edit

Acts 10:1 speaks of a Roman Centurion called Cornelius belonging to the "Italian regiment" and stationed in Caesarea about 37 AD. Robert Grant claims that during the reign of Herod Agrippa, 41–44, no Roman troops were stationed in his territory. [71] Wedderburn likewise finds the narrative "historically suspect", [72] and in view of the lack of inscriptional and literary evidence corroborating Acts, historian de Blois suggests that the unit either did not exist or was a later unit which the author of Acts projected to an earlier time. [73]

Noting that the 'Italian regiment' is generally identified as cohors II Italica civium Romanorum, a unit whose presence in Judea is attested no earlier than AD 69, [74] historian E. Mary Smallwood observes that the events described from Acts 9:32 to chapter 11 may not be in chronological order with the rest of the chapter but actually take place after Agrippa's death in chapter 12, and that the "Italian regiment" may have been introduced to Caesarea as early as AD 44. [75] Wedderburn notes this suggestion of chronological re-arrangement, along with the suggestion that Cornelius lived in Caesarea away from his unit. [76] Historians such as Bond, [77] Speidel, [78] and Saddington, [79] see no difficulty in the record of Acts 10:1.

Acts 15: The Council of Jerusalem Edit

The description of the 'Apostolic Council' in Acts 15, generally considered the same event described in Galatians 2, [80] is considered by some scholars to be contradictory to the Galatians account. [81] The historicity of Luke's account has been challenged, [82] [83] [84] and was rejected completely by some scholars in the mid to late 20th century. [85] However, more recent scholarship inclines towards treating the Jerusalem Council and its rulings as a historical event, [86] though this is sometimes expressed with caution. [87]

Acts 15:16–18: James' speech Edit

In Acts 15:16–18, James, the leader of the Christian Jews in Jerusalem, gives a speech where he quotes scriptures from the Greek Septuagint (Amos 9:11–12). Some believe this is incongruous with the portrait of James as a Jewish leader who would presumably speak Aramaic, not Greek. For instance, Richard Pervo notes: "The scriptural citation strongly differs from the MT which has nothing to do with the inclusion of gentiles. This is the vital element in the citation and rules out the possibility that the historical James (who would not have cited the LXX) utilized the passage." [88]

A possible explanation is that the Septuagint translation better made James's point about the inclusion of Gentiles as the people of God. [89] Dr. John Barnett stated that "Many of the Jews in Jesus' day used the Septuagint as their Bible". [90] Although Aramaic was a major language of the Ancient Near East, by Jesus's day Greek had been the lingua franca of the area for 300 years.

Acts 21:38: The sicarii and the Egyptian Edit

In Acts 21:38, a Roman asks Paul if he was 'the Egyptian' who led a band of 'sicarii' (literally: 'dagger-men') into the desert. In both The Jewish Wars [91] and Antiquities of the Jews, [92] Josephus talks about Jewish nationalist rebels called sicarii directly prior to talking about The Egyptian leading some followers to the Mount of Olives. Richard Pervo believes that this demonstrates that Luke used Josephus as a source and mistakenly thought that the sicarii were followers of The Egyptian. [93] [94]

Two early sources that mention the origins of Christianity are the Antiquities of the Jews by the Roman-Jewish historian Josephus, and the História da Igreja of Eusebius. Josephus and Luke-Acts are thought to be approximately contemporaneous, around AD 90, and Eusebius wrote some two and a quarter centuries later.


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