História dos tapetes de carros: dos tapetes pré-históricos aos dias de hoje

História dos tapetes de carros: dos tapetes pré-históricos aos dias de hoje

Todos conhecemos tapetes para automóveis, que não só cumprem determinados critérios estéticos no interior do veículo, mas também, mesmo que não o percebamos, proporcionam-nos um ponto extra de segurança na escolha de bons.

Hoje em dia é normal que lojas online como https://www.soloalfombrillas.es/ vendam este tipo de tapetes, no entanto, ¿você já se perguntou como é a história das esteiras de carros? ¿Quando eles surgiram? Vamos tentar esclarecer essas e outras questões sobre um elemento adicional com uma história mais longa do que imaginamos.

A história dos tapetes

Mas antes de entrar no assunto com aqueles para carros, é interessante conhecer a história dos tapetes e, para isso, devemos recuar alguns milhares de anos no tempo.

Pré-história: a ascensão

Vários são os arqueólogos e historiadores que datam a origem dos tapetes no Paleolítico, há 25 mil anos, onde os humanos podiam cobrir seus solos com diferentes fibras e cascas.

Embora ainda haja algumas dúvidas sobre isso, é verdade que foram encontrados revestimentos de casca de árvore, o que indica que essa ideia não é rebuscada.

A arte de tecer nas primeiras civilizações

Ao longo dos séculos a prática da tecelagem foi se desenvolvendo e os elementos mais frequentes para fazê-la eram palha ou junco (entre outros), que eram moldados e tecidos para criar roupas, cestos e até tapetes, como esteiras trançadas de juncos encontrados na Mesopotâmia com cerca de 6.000 anos.

As Esteiras da Antiguidade

Antigamente também encontramos esteiras, que também eram tapetes, mas não serviam para pisar, mas para dormir, primeiro sendo de junco e depois passaram a ser confeccionados com fios de lã trançados.

Essas esteiras foram usadas ao longo dos séculos e até a Idade Média, quando as técnicas começaram a ser aprimoradas e novos materiais surgiram.

Seguindo o fio das esteiras, não podemos deixar de lado as dos tatames do Japão, que foram adotadas pelos nobres do território a partir do século IX, que eram feitas de palha, arroz ou junco.

Inicialmente destinavam-se à aristocracia, embora no século XVII seu uso se estendesse a toda a sociedade.

O século 19: a ascensão dos tapetes

No início do século XIX, foi criado um novo estilo de revestimento para pisos, aproveitando os resíduos dos teares tradicionais.

As gavinhas (fios descartados) eram utilizadas juntamente com uma base trançada de palha ou outro material resistente e o resultado era utilizado como tapete. Esta técnica é conhecida como "gancho para tapetes" e era muito popular principalmente na Inglaterra.

Mas também neste século iniciou a sua popularização e expansão para quase todas as habitações, utilizando todo o tipo de materiais, principalmente palha, serapilheira, lona e juta. Junto com a própria evolução e a descoberta de novos materiais, inclusive os derivados do petróleo, surgiram novos tipos de revestimentos para pisos, principalmente borracha e borracha.

Entender esse processo é complexo porque várias arestas atuam em diferentes momentos históricos, então tentaremos explicá-lo da melhor maneira possível.

Em 1839, Charles Goodyear criou a borracha vulcanizada, embora a primeira patente desse processo vá para Thomas Hancock. Basicamente, a vulcanização consiste no aquecimento da borracha bruta na presença de enxofre. Isso torna o material mais duro e mais forte.

Esta descoberta, quem quer que seja o inventor original, pode ter sido acidental, mas não é o facto de se tratar de um processo que já existia aproximadamente desde 1600, e foi realizado por algumas sociedades mesoamericanas.

Os astecas, os olmecas e a “vulcanização”.

Para entender esse processo, devemos voltar ao descobrimento da América, quando vemos que os nativos do continente (principalmente olmecas e astecas), já curavam a borracha em um processo semelhante ao da vulcanização.

No caso deles, embora não tenha sido possível entender como o conseguiram ou qual era a química por trás disso, há muitos depoimentos e várias evidências que mostram como conseguiram fabricar um material muito durável semelhante às borrachas modernas, quando eles misturaram o látex natural com o suco de algumas vinhas.

Séculos 20 e 21: esteiras de automóveis

A partir do século 20, os processos mudaram, tornaram-se muito mais rápidos e funcionais e os resultados são cada vez mais ótimos. Não só foram integrados nos veículos para dar um toque estético ao interior do carro, mas também desempenham um papel muito importante em termos de segurança.

Se o tapete for muito bem cuidado, limpo e com sua estrutura perfeita (ou seja, se encaixa perfeitamente no lugar a que se destina), não permitirá que nossos pés escorreguem ou se movam em uma área delicada. Garante uma aderência especial ao pé que nos permite ter uma maior segurança na condução.

Atualmente, os tapetes mais usados ​​são de borracha, PVC ou carpete, embora nos carros de alto padrão possamos encontrá-los em couro ou lã.

Depois de estudar História na Universidade e depois de muitos testes anteriores, nasceu Red Historia, um projeto que surgiu como meio de divulgação onde você pode encontrar as notícias mais importantes sobre arqueologia, história e humanidades, bem como artigos de interesse, curiosidades e muito mais. Em suma, um ponto de encontro para todos onde possam compartilhar informações e continuar aprendendo.


Vídeo: Como deixar os tapetes com cara de novos!