Lembranças e cartas do General Robert E. Lee

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Todas as crianças do país ao redor eram devotadas a ele e não hesitaram em abordá-lo, depois que o conheceram. Ele costumava encontrar seus favoritos entre os pequeninos na rua e às vezes os erguia na frente para dar uma carona no Traveller. Esse era o maior presente que ele poderia oferecer. Há uma história muito bonita contada de Virginia Lee Letcher, sua afilhada e irmã bebê, Fannie, que ainda é lembrada entre o povo de Lexington. Jennie fora seguida por sua irmã persistente, e todas as persuasões e ordens da menina de seis anos não conseguiram fazê-la voltar para casa. Fannie sentou-se à beira da estrada para fazer beicinho, quando o general Lee apareceu cavalgando. Jeannie imediatamente apelou para ele:

"General Lee, por favor, faça com que esta criança volte para a casa da mãe?"

O general imediatamente cavalgou até onde Fannie estava sentada, inclinou-se sobre a sela e puxou-a para seu colo. Lá ela sentou-se em um contentamento real, e foi, portanto, grandiosamente escoltada para casa. Quando a Sra. Letcher perguntou a Jennie por que ela havia causado tantos problemas ao General Lee, ela recebeu a resposta ingênua:

“Não consegui fazer Fan voltar para casa e pensei que ELE poderia fazer qualquer coisa.” [Filhas do Governador John Letcher - o Governador da Guerra da Virgínia]

Morava um garotinho com a mãe, que viera de Nova York. Seu pai foi morto em nosso exército. O garotinho, agora coronel Grier Monroe, da cidade de Nova York, era muito provocado por seus companheiros o chamando de "ianque", quando ele sabia que não era. Um dia, ele entrou no escritório de meu pai na faculdade, expôs seu caso e pediu reparação.

"O próximo menino que te chamar de 'ianque' mande-o até mim", disse o general, que, quando relatado, atingiu tanto o terror de seus camaradas que a ofensa nunca mais se repetiu.

Havia outro garotinho que costumava subir ao lado de meu pai nos exercícios matinais da capela, e era tão gentilmente tratado que, sempre que via seu ilustre amigo, imediatamente assumia uma posição ao lado dele. Na formatura da faculdade, que foi realizada na capela, o garotinho deslizou do lado da mãe e silenciosamente subiu furtivamente até a plataforma. Logo ele estava aninhado aos pés do digno presidente e, apoiando a cabeça nos joelhos, adormeceu. O general Lee carinhosamente permaneceu imóvel, preferindo sofrer com a posição restrita a perturbar o inocente adormecido. Este menino agora é o reverendo Carter Jones, da Igreja Batista.


Assista o vídeo: History Geek - BURIED ALIVE - Robert E. Lees Mother